Quis procurar por aquele avião no céu que parecia mais azul do que o normal. Acompanhei com os olhos até onde conseguiu e, ao tentar levantar e segui-lo mais um pouco, tive a mão espetada por espinhos que escondiam-se no gramado.
Acordei.
Nunca saberei daquelas vidas. Dos destinos.
Começamos uma conversa. Ele era jovem e reluzente.
"Quer um copinho d'água?"
"Não, obrigada." seu sorriso foi mais simpático que o meu.
Ele procurou por um assunto e encontrou a bicicleta.
"É do meu primo."
"E essa é da minha irmã."
"Vou até a quadra. A gente se vê depois."
Apesar de nunca mais tê-lo visto, ele me passa muita certeza.
Nenhum comentário:
Postar um comentário