Não é a morte que me fascina. É vivê-la. Não a vida, mas a morte.
Viver a morte é viver com mais força a cada dia. Que fique claro, a sua própria morte. É chafurdar na lama e esfregar toda a nojeira em sua própria face. Sua e da morte. Nunca as confunda, a cara não é uma só. A sua pode não ser tão bela.
É preferível que morra eu a alguém que ainda não se decidiu sobre sua partida. Não que seja um desejo meu, pois sou na verdade bastante prepotente e acredito que ainda posso fazer algo por aqui e quem tem certeza da própria certeza é mais confiante.
Descreio do fim ou sentença.
É exatamente por saber que aqui a gente se acaba que eu costumo escolher não encerrar nada.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Deixa
Reclamou do clima ou da vida?
Tudo isso muda
Me diz como foi teu dia
Deixa o sol te beijar o rosto
Deixa o brilho da lua te cobrir a pele
Deixa eu tocar a alma
tua
É hora de caminhar
Hora de deixar fluir
é ruim
não tem lugar em mim
se é ruído
Tudo isso muda
Me diz como foi teu dia
Deixa o sol te beijar o rosto
Deixa o brilho da lua te cobrir a pele
Deixa eu tocar a alma
tua
É hora de caminhar
Hora de deixar fluir
é ruim
não tem lugar em mim
se é ruído
Assinar:
Comentários (Atom)