Não é a morte que me fascina. É vivê-la. Não a vida, mas a morte.
Viver a morte é viver com mais força a cada dia. Que fique claro, a sua própria morte. É chafurdar na lama e esfregar toda a nojeira em sua própria face. Sua e da morte. Nunca as confunda, a cara não é uma só. A sua pode não ser tão bela.
É preferível que morra eu a alguém que ainda não se decidiu sobre sua partida. Não que seja um desejo meu, pois sou na verdade bastante prepotente e acredito que ainda posso fazer algo por aqui e quem tem certeza da própria certeza é mais confiante.
Descreio do fim ou sentença.
É exatamente por saber que aqui a gente se acaba que eu costumo escolher não encerrar nada.
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