Eu tenho um amor disléxico, nem tenta me explicar.
Um déficit de atenção em relacionamentos.
Sou hiperativamente carente.
Nem me adianta tomar aulas, não existe solução para esse meu probleminha. Não é de hoje que muitos sofrem por uma vida. Para sempre de recuperação.
Vou me recuperando dos amores mal entendidos, daqueles que havia perdido e do que sempre foi impossível.
Sou repetente.
Sou louca. Repito toda forma.
Não encontro fórmula para me dar bem ao decorar. Tudo isso não me basta, pois discordo de toda teoria e, por ironia, talvez um dia eu possa lecionar.
Com toda a bagagem que hei de adquirir dá para ensinar em sala e palestrar aconselhando o que não fazer quando se apaixonar.
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