Como o cão que, abandonado e solitário, procura afeto no braço dum mendigo seja dia ou seja noite em sol noturno ou tempestade, sem data especial ou aviso que alerte o seu despejo (desprezo) próximo, cá estou.
Cá estou jogada de lado. Do lado de quem não sou e ao lado de quem não quis que eu fosse; lado de dentro.
Comigo há muitos de mim. Todos eu sou (sou eu).
Há a mosca que paira sobre lixo. Não há escolha. Sou cada um.
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